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QUINTA-FEIRA – 22.11 – A NOSSA COMUNICAÇÃO E A DELES

9h15 – EXPOSIÇÃO – A pesquisa sobre história social do trabalho no Brasil

Autora do livro Tessitura dos Direitos-Patrões e Empregados na Justiça do Trabalho, 1953-1964, Larissa Correa fará uma exposição sobre a pesquisa na área de história social do trabalho na quinta-feira, 22.11, às 9h15, imediatamente antes da mesa em que serão apresentadas as experiências dos sindicatos na área de comunicação. A partir da análise de autos judiciais da Justiça do Trabalho e também de outras fontes, no livro a pesquisadora trata da ativação da Justiça por trabalhadores têxteis e metalúrgicos paulistas e seus sindicatos, e aborda as práticas dos agentes que controlam o cumprimento da legislação trabalhista entre 1953 a 1964.

LARISSA CORREA é professora e pesquisadora, mestre em História Social pela Unicamp, onde atualmente cursa doutorado. Trabalhou na organização do acervo Deops-SP no Arquivo Público do Estado de São Paulo e coordenou o projeto Memórias Reveladas na instituição. É autora do livro A Tessitura dos Direitos-Patrões e Empregados na Justiça do Trabalho, 1953-1964 (Editora LTr, 2011)

 

10h – APRESENTAÇÃO DE EXPERIÊNCIAS – Comunicação sindical HOJE

 

A mesa sobre Comunicação Sindical é uma tradição dos cursos anuais do NPC e nesta 18ª edição ela ocorre na quinta-feira, 22.11, às 10h. Haverá exposição das experiências de sindicatos em jornais, na Internet, em rádio e em outras formas de comunicação com a base e com a sociedade em geral. Nesta mesa também haverá uma apresentação sobre o Blogoosfero, um ferramenta que funciona como uma rede social de blogueiros e visa a livre produção e compartilhamento de conteúdos, um meio de exercer a liberdade de expressão na internet. Será um ótimo momento para conhecer ideias que tem funcionado e pensar estratégias para aprimorar as atividades do setor de comunicação da sua entidade.

 

14h – DEBATE – Indústria cultural: rádio/programas policiais/internet/novelas

Consideramos impossível discutir a mídia no Brasil sem abordar os programas policiais veiculados em rádio e TV, telenovelas e o papel da internet na formação do imaginário. No 18º Curso Anual do NPC, todos esses temas serão abordados a partir do viés crítico da Indústria Cultural na quinta-feira, 22.11, às 14 horas. Estarão nesta mesa o professor Kléber Mendonça, da Universidade Federal Fluminense (UFF); Cristian Góes, mestrando pela Universidade Federal do Sergipe (UFS); Silvio Mielli, professor da PUC-SP; e Pedrinho Guareschi, da PUC-RS. Conheça melhor os palestrantes:

CRISTIAN GÓES é jornalista profissional com pós-graduação em Gestão Pública e em Gestão de Crises na Comunicação. Foi repórter de jornais e revistas (Cinform, Jornal do Dia, Istoé, Caros Amigos, entre outras), diretor de imprensa e secretário de Comunicação da Prefeitura de Aracaju. Trabalhou como assessor de Comunicação na Assembleia Legislativa de Sergipe, na Câmara dos Deputados em Brasília, e no Ministério Público Federal/SE. Foi presidente do Sindicato dos Jornalistas de Sergipe. Atualmente é jornalista concursado no INSS.

 

 KLÉBER MENDONÇA é doutor em Comunicação e professor do Departamento de Estudos Culturais e Mídia da Universidade Federal Fluminense. Desenvolve pesquisa na área da Comunicação (e em suas interfaces com o Discurso e a Geografia), com ênfase em filosofia política, movimentos sociais e a análise dos discursos da violência no jornalismo. Coordena o Núcleo de Estudos em Violência e Comunicação (NevCom) e é autor do livro A punição pela Audiência (Quartet/Faperj, 2002).

 

PEDRINHO GUARESCHI possui graduação em Filosofia, mestrado e doutorado em Psicologia Social e dois pós-doutorados em Ciências Sociais. Atualmente é professor convidado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e conferencista. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicologia Social e atua principalmente com os temas mídia, ideologia, representações sociais, ética, comunicação e educação.

 

SILVIO MIELI é jornalista e professor, pesquisa a noção tecnocientífica de informação e seus desdobramentos na vida, no conhecimento, no trabalho, na linguagem e na arte contemporânea. É doutor em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde atualmente é professor. Também é jornalista responsável pelo site imediata.org.

 

 

18H – DEBATE – Homofobia e imagem da mulher na mídia

De uma lista de 87 países, o Brasil ocupa a 7ª posição no número de homicídio de mulheres. Isso é o que revela a pesquisa “Mapa da Violência 2012: Homicídios de Mulheres no Brasil”, coordenada pelo sociólogo Júlio Jacobo. Os dados da homofobia também são alarmantes: segundo o Relatório Anual de Assassinato de Homossexuais de 2011, organizado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), foram documentos 266 assassinatos de gays, travestis e lésbicas no Brasil no ano passado, seis a mais que em 2010. Para entender o que significam esses números e o papel dos meios de comunicação hegemônicos na consolidação de imaginários machistas e homofóbicos, foram convidados Luiz Mott, do Grupo Gay da Bahia, e Nalu Farias, da Marcha Mundial das Mulheres. O debate acontece na quinta-feira, 22.11, às 18h. Saiba mais sobre os debatedores.

NALU FARIA é psicóloga, atua na Sempreviva Organização Feminista (SOF) e é coordenadora da Marcha Mundial de Mulheres no Brasil. Lá desenvolve atividades de assessoria e formação feminista com grupos de mulheres, ONGs e gestores públicos. Coordenou várias publicações da SOF, como o boletim Mulher e Saúde (1993 a 2002), a coleção Cadernos Sempreviva (desde 1997) e o boletim Folha Feminista (desde 1999). Com Sonia Alvarez e Miriam Nobre, organizou o dossiê “Feminismos no Fórum Social Mundial” para a Revista Estudos Feministas, publicada em 2003.

LUIZ MOTTé doutor em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo e já escreveu diversos livros sobre escravidão, homossexualidade e religião. Atualmente é professor de Antropologia na Universidade Federal da Bahia, UFBA. Em fins dos anos 70 foi agredido com um soco por um morador de rua, por estar de mãos dadas com o seu namorado. Daí surgiu a ideia de fundar o Grupo Gay da Bahia para lutar pela livre expressão da sexualidade. Entre seus livros estão Homofobia: A violação dos direitos humanos dos gays, lésbicas e travestis (1997) e Causa Mortis: Homofobia (Salvador, 2001).

 

 

20h – EXIBIÇÃO DE FILME – Carlos Marighella

 Na quinta-feira 22.11, às 20 horas, haverá exibição do documentário Carlos Marighella – Quem samba fica, quem não samba vai embora, dirigido por Carlos Pronzato.

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